Entre perrengues e emoção: repórteres contam como foi cobrir o conclave no Vaticano
Os repórteres Bianca Rothier e Nilson Klava revelaram alguns dos perrengues que enfrentaram durante esse período
A cobertura da eleição do papa Leão XIV foi uma verdadeira correria para a maioria dos profissionais de prensa. Os repórteres Bianca Rothier e Nilson Klava revelaram alguns dos perrengues que enfrentaram durante esse período. Em suas redes sociais, Bianca contou que, em uma das transmissões, houve uma nequice técnica, e ela precisou da ajuda do camarada. Para contornar a situação, os dois dividiram o mesmo equipamento em um espaço reduzido, de modo a ficarem na mesma profundeza diante da câmera.
“A termo parceria resume. Tinha completado de trespassar a primeira fumaça da chaminé da capela Sistina. O sinal do meu equipamento com Felipe Castro não funcionou. Diante do impasse técnico e toda a frustração, o camarada Nilson Klava estendeu a mão e dividiu a caixinha comigo! Ficamos lá apertados, mas ao vivo, dando as notícias! Graças também ao profissionalismo e jogo de cintura da Andressa Gonçalves e ao mega espeque do Willian Corrêa! Obrigada, amigos!”, escreveu a jornalista.
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Rothier esteve presente em toda a cobertura do conclave no Vaticano e se emocionou ao vivo durante o funeral do papa Francisco. “Quando o caixão do papa foi levantado, foi um momento extremamente poderoso para os fiéis, para quem está cá nesta reunião do Vaticano. Eu me emocionei na hora. Foi um momento muito marcante e curioso porque a gente percebe uma vez que estamos todos conectados. São várias pessoas chorando”, detalhou Bianca
A repórter ainda revelou que foi acolhida pelos fiéis presentes no sítio. “Foi muito bonito porque tinha família ao meu lado, que me entregou um lencinho. Foi muito tocante… As pessoas que estão cá se emocionam mesmo trabalhando, que foi meu caso”, disse.
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